sábado, 18 de fevereiro de 2012

Joemar Rios

Queremos romper a miasma da sociedade anã
Uma miasma corrupta
Onde computa
E disputa
E nada muda
Queremos migar na mão para não se corromper
Vamos nos educar
O Brasil e seu venhe prenche de livores
A flor do mal
Algo tosco
Quando cito sobre traições
Eles rirem como se fosse algo normal
O nosso país é um cortiço
Um circo
Como meu pai diz
Uma nação de muitos moleques
O casco do povo aqui tem piolhos corruptos
A minha arte hoje tem que ser prostítuida
Não sei o que fazer mais
Não sei se é melhor ser condoreiro
Pagadeiro popular
Parnasiano
Naturalista
Sou filho de fêmeas exautas de parir mortos de fome

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